Sábado, 1 de Dezembro de 2007
Claramente um local diferente daqueles por onde andámos, desde o Hotel à cidade verifica-se que estamos num destino turístico do Brasil bem mais cosmopolita. Maceió é a capital do Estado de Alagoas.
O nosso Hotel estava localizado junto de uma longa avenida ao pé do mar, por onde andámos a passear sem grande stress. Claro que no Brasil é necessário ter alguns cuidados, como não levar roupas de marca ou grandes acessórios.

Durante toda a viagem não nos tivemos que preocupar com a segurança, andámos sempre em grandes grupos e como havia vários autocarros tínhamos um carro com seguranças a seguir-nos. A única situação que me recordo ter percebido um reforço da segurança foi precisamente em Maceió, um dia quando voltámos da praia o autocarro apagou as luzes e indicaram-nos que fechássemos as cortinas. Não havendo explicação para tais indicações subentendemos que estaríamos a passar por zonas um pouco mais perigosas.
 
Nesta zona os dias foram maioritariamente passados na praia, o usufruto do sol brasileiro tinha sido deixado para os últimos dias. Para além disso aqui estava preparada uma mega festa de despedida numa ilha exclusivamente para nós. Como gosto de ilustrar os meus posts com imagens aqui ficam as memórias de Maceió e a despedida do Brasil.

                             Avenida na Cidade de Maceió...
   

                           Tarde na praia até ao pôr do sol!!
  

                    Praia do Gunga...
   

                                       Festa de despedida.
  



publicado por JoanaTorrado às 19:00
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007
Para usufruir em 2008 segue a minha wishlist.

Viagem a Cuba

Para ir quando ainda está frio em Portugal, meados de Março seria o ideal. Um saltinho até um país com calor vinha mesmo a calhar.
Cuba tem uma história, uma cultura e umas características únicas que me despertam a curiosidade, já para não falar da praia que me parece magnifica.

    

Viagem a Paris - França

Passear pelo Sena, subir à Torre Eiffel, ir ao Museu do Louvre, ver obras de arte dos inúmeros artistas "presentes" nesta cidade e passear no Champs-Élysées é uma parte do que quero fazer em Paris. Gostava ainda de voltar à Disneyland, onde fui quando tinha apenas 10 anos.

   

Nota: as imagens não são de minha autoria, têm várias fontes e foram encontradas na pesquisa de imagens.


publicado por JoanaTorrado às 20:00
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Praia do Nordeste Brasileiro, pertencente ao Estado de Pernambuco. Segundo destino do roteiro da viagem de finalistas.

Porto de Galinhas tem este nome porque quando os escravos chegavam ali, vinham debaixo de engradados de galinhas d´angola e a sua chegada era anunciada como sendo galinha nova no porto (ver mais). Assim ficou o nome e a tradição das galinhas, que é visível em toda a localidade.

 

O melhor começou assim que chegámos ao Hotel, um Resort com pequenas casas divididas em 4 quartos, cada uma delas com uma confortável rede no terraço!!
Para além disso como era ao pé da Praia, foi a nossa real possibilidade de ir para a praia no Brasil. Passados uns dias, mesmo com aquele calor intenso, ainda estávamos todos branquinhos devido à quantidade de passeios incluídos que nos ocupavam todo o tempo (o que não deixa de ser igualmente agradável, mas e um diazinho de praia?)

Logo na primeira noite, como em todas, tínhamos o jantar programado com festa incluída e bebidas à descrição... isto é, caipirinha, porque para quem gosta, ali pode apanhar uma barrigada de caipirinhas.

Que passeios fazer em Porto de Galinhas?
A não perder a visita às piscinas naturais de água limpa e morna onde se podem observar inúmeras espécies de peixinhos. Para lá é necessário levar uns óculos para a água, umas barbatanas e comida para os peixes, todos estes materiais necessários são entregues pelo guia durante o percurso de jangada.

   

Passeio de buggy com visita ao habitat natural dos cavalos marinhos. Uma parte de buggy a outra de jangada para ver esta espécie em vias de extinção no Pontal de Maracaípe. Chegando ao local surge a surpresa, de facto vimos os cavalos marinhos, mas em frascos com água :( .

 

Para aproveitar igualmente são os passeio pela vila onde se encontram as lojas com artesanato local.

Depois de todos estes passeios eis que chega o verdadeiro dia de praia, a pesar de ser suposto ir a Recife a opção foi ficar a usufruir da praia do Hotel. Todo o dia a apanhar sol, entre a praia e a piscina e um passeio de cavalo, deu mesmo para descansar.
Em Porto de Galinhas tínhamos ainda mais uma festa à noite na praia, com muita música até ao nascer do sol. Como estava tudo pensado ao milímetro fomos transportados de jangada até à praia para a Festa Pé no Mangue.

 

Assim termino a minha descrição de Porto de Galinhas, o seguinte destino no Brasil foi  a cidade de Maceió.



publicado por JoanaTorrado às 10:03
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Quinta-feira, 28 de Junho de 2007
Cinco dias são suficientes para conhecer a Ilha da Madeira e dar um pulinho até Porto Santo. Para que tudo corra muito bem são necessários alguns "ingredientes": boa disposição, uma boa companhia, um carrinho alugado e claro, um hotel confortável para descansar :)
No primeiro dia partimos à descoberta da zona Oeste. Saindo do Funchal fomos conhecer a Câmara de Lobos e a Ribeira Brava. Esta última cidade que "cabe" numa fotografia vê-se rapidamente. Logo pudemos seguir caminho até São Vicente, no norte da Ilha, daqui passamos por Porto Moniz, para ver as piscinas naturais, voltámos para Sul até à Calheta, onde existe a única praia de areia branca da Madeira.
Ainda são alguns kilómetros a percorrer, mas facilmente se visita tudo isto num único dia, sempre com algum cuidado! Apesar de já haver estradas muito boas, há ainda zonas onde é necessário passar pelas estradas antigas.

Nada melhor que imagens para descrever a beleza da Ilha.

    Aeroporto do Funchal          O relevo incerto é constante
 

  Porto Moniz - piscinas naturais          Sigam o mar...                ... e chegam ao Funchal   
      
           
O segundo dia foi reservado para explorar toda a zona Este. Nesta zona são várias as localidades a não perder!
Sempre a ver a costa chegamos a Santa Cruz, onde se encontra o Aeroporto, seguimos para Machico e finalmente para uma das mais bonitas zonas da Ilha (na minha opinião, claro), o Caniçal e a Ponta de São Lourenço. Aqui pudemos desfrutar de uma vista fantástica.
Por entre estradas, túneis e solavancos fomos a Santana, é aqui que estão as casas típicas da Madeira, que neste momento são mesmo apenas pequenas amostras, uma vez que são poucas para além das três que existem para turista ver. No entanto vale sempre a pena visitar , a cidade é agradável e a fotografia para turista é indispensável .
Uns kilómetros mais e fomos até à Ponta de São Vicente e daí passámos pelo interior da Ilha e terminou mais um dia no Funchal.

Funchal pela manhã                Baía de Machico
 

                                       Ponta de São Lourenço           Santana

 


O terceiro dia foi para conhecer o Funchal, onde não falta o que fazer. Passear pela Marina, andar de teleférico, ir ao mercado são algumas das actividades a não perder.

Passeio de teleférico                Mercado do Funchal
 

Os dois últimos dias foram para o verdadeiro descanso de férias. Um dia de praia em Porto Santo (duas horas de barco do Funchal) também vale a pena para trazer uma óptima recordação das férias.

                                                                Praia de Porto Santo

 



publicado por JoanaTorrado às 10:11
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Sexta-feira, 6 de Abril de 2007

Praia, sol e mar de águas quentes faz parte do que associamos quando pensamos neste pais. Após algumas horas de voo, ao aterrar no aeroporto de Punta Cana, concebido por Óscar de La Renta, somos recebidos por um grupo de pessoas simpáticas, agradavelmente satisfeitos por ver turistas. Depois das formalidades habituais, que começam com o pagamento de uma taxa local, há tempo para uma fotografia de boas vindas, que recolheremos à saída.

Já acomodados num dos muitos Resorts à beira mar, sedeados na Playa Bávaro, em regime de tudo incluído, podemos agora dedicar-nos, como dizem os italianos ao “dolce fare niente”, embora por aqui não faltem actividades para animar.

Banho de piscina, banho de mar, danças de merengue, jogos de pitanga, volleyball e hidroginástica. Os animadores incansáveis abordam-nos de forma gentil solicitando a nossa participação, o que gradualmente nos vai cativando evitando, desta forma, uma exposição demasiada ao sol. Mas, a República Dominicana tem outros recantos que merecem ser descobertos e apreciados. No Hotel facultam-nos um leque de opções que derivam entre o conhecimento de outras praias, uma ida à capital e ao interior da ilha. Optamos por estes dois últimos passeios.


 

    


Na ida à capital, São Domingo, passamos pelas grutas, vistamos o Palácio dos filhos de Cristóvão Colombo, agora transformado em museu, entramos na Igreja Matriz, visitamos o Oceanário e temos ainda tempo para ir ao mercado e passear pelas ruas da cidade. Aqui percebemos um pouco melhor como vive este povo, onde o turismo é uma das suas principais fontes de receitas.

Os Dominicanos sabem como abordar o turista e fazem-no de forma gentil, mantendo um sorriso simpático mesmo quando não compramos o que tentam vender. Logo que percebem a nossa nacionalidade referem de imediato, “ahh, batata con bacalau” ou dizem-se fãs do Figo.


Palácio dos filhos de Cristóvão Colombo 


Mais alguns dias de praia, óptima comida :), lagosta, camarões e frutos tropicais deliciosos, acompanhados por sumos naturais ou bebidas espirituosas, a todas as horas do dia, leia-se noite igualmente.

À noite mantém-se a animação e os espectáculos sucedem-se procurando ir ao encontro de uma plateia constituída por pessoas de várias nacionalidades, também aqui convidando à sua participação.

No quinto dia levantámo-nos cedo e partimos de jipe à descoberta do interior. À medida que nos afastamos da costa, começamos a percorrer pequenos trilhos de terra batida, passando por pequenos povoados de casas térreas com uma característica peculiar, pintadas de acordo com o estado civil dos seus moradores. A construção é muito rudimentar e chamou-nos a atenção um pequeno talhante, que ostentava à entrada a carne para venda e, por incrível que pareça não se viam moscas por lá!

O nosso guia levou-nos a conhecer uma quinta onde se produzia ananás, cacau, café, coco e bananas. Enquanto provávamos o café e o cacau, podemos assistir a uma ferrenha luta de galos. Mais tarde passámos pelas plantações da cana do açúcar, local de trabalho dos haitianos que conseguem fugir do seu país de origem, no outro lado da Ilha. Aqui o trabalho é duro e o salário muito baixo.


    


Dentro dos condomínios fechados, (de notar que neste país o turista não se atreve a circular livremente) encontramos uma enorme variedade de artesanato. Desde as mais variadas peças de coco, estátuas de madeira, colares de sementes e um especial destaque para as telas coloridas que vale a pena comprar!



publicado por JoanaTorrado às 12:26
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Domingo, 11 de Março de 2007

Numa incursão por terras de África.  Hoje o local de destino é Cabo Verde.
Um conjunto de Ilhas, outrora colónia portuguesa, despertou a nossa curiosidade.
Aterrar na Ilha do Sal é um experiência singular… para quem está à espera de encontrar um paraíso verdejante com palmeiras e praias exóticas é melhor ter calma.
A Ilha do Sal é um pouco árida, embora o verde seja raro, os tons pálidos da terra e da areia contrastam com o azul do mar, que de todo o lado se vê.
Durante uns dias passamos o tempo entre a bonita praia, a piscina do hotel e as pequenas incursões para explorar a ilha.

   

Apesar de não haver muito para visitar, recomendo alguns passeios, nomeadamente uma volta de jipe por toda a ilha iniciada pela manhã. Não esquecer a toalha e vestimenta adequada para o banho.
Durante este passeio avistamos ao longe grande miragens, isto é, tão árido é o solo que o calor provoca ilusão óptica pois pensamos estar a ver água. Seguidamente e por entre solavancos transportam-nos até às antigas salinas, onde em tempos que já lá vão, o sal constituía uma fonte de riqueza deste pequeno arquipélago. Agora inactivas possibilitam-nos tomar, nelas um banho, que nos permite experimentar a sensação de não conseguir ir ao fundo, difícil é pôr os pés no chão quando nos queremos levantar, tal é a densidade do sal na água. Daqui podemos levar bonitas formações em sal com os mais diversos tons, que um jovem vendedor dispõe em cima de uma caixa de madeira, para que os turistas escolham.

  

Salgados até as orelhas vamos de seguida aproveitar para tomar um banho no mar, junto de um pequeno aglomerado de casinhas antigas, onde se ergue uma capela do sec , XIX.
O almoço está prestes a chegar, a temperatura começa agora a aumentar e sente-se o peso do calor.

   

Pouco depois o almoço está servido num aldeamento à beira-mar.
Sol, mar, música suave, comida de bom paladar, povo tranquilo... Assim passaram 4 dias muito agradáveis!
Rumámos depois à Ilha de Santiago, onde chegámos já ao anoitecer. No dia seguinte despertámos numa ilha verdejante, cheia de encostas e colinas. Nos restantes dias partimos à descoberta dos vários pontos de interesse, tais como a Cidade da Praia, capital do arquipélago onde os edifícios ainda se distinguem pelo seu traçado português; a pequena localidade do Tarrafal, onde visitámos as casinhas tipicamente coloniais com telhado de colmo, o pelourinho e a igreja matriz. Não posso deixar de fazer referência ao que resta da Prisão do Tarrafal e dos vestígios das atrocidades ali cometidas!

  

Aconselho quem quiser passar por Cabo Verde a visitar pelo menos duas ilhas, pois se não fosse isso eu não ficaria a conhecer um pouco de toda a enorme diversidade deste país. 


Todo este tempo passado em terras africanas é acompanhado pela música, de onde se destaca a famosa cantora Cesária Évora.
Falta apenas uma rubrica já habitual nos meus posts , a da comidinha :). Aqui sim, come-se muito bem. Inicia-se o dia com um óptimo pequeno almoço recheado de papaia docinha, todas as outras refeições são muito saborosas. Podem provar vários pratos típicos como a cachupa e para sobremesa nada melhor que um pudim de coco. Comer e chorar por mais!

Uma viagem a fazer em qualquer altura do ano, uma vez que o clima é geralmente quente, mesmo a água do mar mantém uma temperatura quente.

Valeu a pena! Querem ir até lá?


publicado por JoanaTorrado às 22:16
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Domingo, 21 de Janeiro de 2007
Cidade que nasce do deserto nos anos 70, construída de raiz desde aí. Tudo novo, edifícios grandiosos, carros de luxo, hotéis fantásticos e praias lindas. Local onde está presente a diversidade de uma cultura muçulmana.

   

Estes país difere de muitos outros por aquilo que se visita. Não vamos lá para conhecer a história dos antepassados, nem para ver monumentos de anos ou séculos atrás. Aqui desfrutamos das magnificas praias de água azul turquesa. Dos enormes shoppings que recriam países ou mesmo do deserto que cerca o Dubai. O célebre hotel de 6 estrelas "Burj al Arab " é de facto muito bonito, não fiquei nesse apenas vi por fora, talvez um dia.. ehehe ... Mas não deixa ninguém indiferente, de dia branco à noite passa por uma iluminação com as  mais variadas cores.

    

Neste lugar é obrigatório fazer um super rali no deserto, com o cinto bem posto e adrenalina no estômago, aqui vamos nós para as dunas :) Há que confiar em quem conduz pois a determinada altura apenas vemos areia  e  céu. Não sabemos bem como se orientam no deserto, principalmente quando começa a anoitecer. Após o pôr do sol um jantar debaixo de um céu estrelado, em pleno deserto convida à animação. Uma noite verdadeiramente típica, onde num conjunto de tendas se recria aquilo que foi o passado ainda não muito longínquo. Está servida a refeição à base de borrego assado e cuscus (gostei da coca-cola , lol ). Fizemos tatuagens de hena e aprendemos a dança do ventre.
Tenho que partilhar com vocês uma das minhas barracadas ", numa pausa no deserto para beber água e respirar fundo depois de tanto solavanco , ora que me viro para as as minhas companheiras de viagem e ao ver uma delas afastar-se exclamei receosa: "Cuidado com a areia levediça ". Foi a gargalhada geral, seguida do comentário "mais um bocadinho e está pronta para ir ao forno"  ;).
Nos restantes dias há muito que fazer com transporte gratuito dos hoteis para o shopping não vale a pena ir com pensão completa, pois todos possuem area de restauração com uma variedade de comida ocidental direccionada essencialmente para o fast-food. Por uma semana aproveitem porque aqui não há pechinchas.
Na cidade encontram-se diversos bairros típicos, valendo a pena fazer um passeio pelas ruas coloridas pelo artesanato, especiarias e até ouro.
É um país que interessa visitar pelas novas construções feitas de formas de tão diversas e inovadoras. Onde a utilização de materiais ultrapassa todo o nosso imaginário e a concepção arquitectónica não conhece barreiras. Ali não há "passado", mas o futuro desenha-se para o bem estar e conforto. Estes factores aliados ao clima ameno, a águas transparentes e mornas numa praia de extenso areal convidam a querer estar e voltar.
Por norma digo sempre que determinado país está visto, há muitos outros para visitar, mas sendo este tão recente gostaria de voltar para ver a evolução. Com certeza daqui a uns anos estará irreconhecivel pois é altamente incentivado o investimento.

Nota: numa economia perfeitamente controlada existe um pequeno bairro onde residentes oriundos de países limitrofes estabeleceram o seu pequeno negócio de venda de artigos de "marca" falsificada (malas, sapatos, relógios, roupas, óculos) que fazem as verdadeira delícia dos turistas, que no meio de grande regateio conseguem óptimas compras. Pode confiar, qualquer taxi o transporta até lá :).

Que acham?



sinto-me: Turista

publicado por JoanaTorrado às 14:04
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