Quarta-feira, 26 de Maio de 2010

Para os que têm passado por aqui ultimamente já não é novidade. Este blog foi contemplado com um novo template.

 

Pior que não anunciar a nova imagem é ainda não ter agradecido ao Pedro Neves, que foi quem o desenvolveu :). Muita Obrigada Pedro!

 

 

Já em tempos cheguei a fazer promessas quanto a novos posts, mas vou ser sincera, a vontade não tem sido muita, ou o tempo para tal também não. Diria eu que este é um projecto a longo prazo, vou viajando e à medida que me vai apetecendo vou escrevendo.

 

O grande problema neste momento é que já há algumas viagens cujos pormenores me falham… Tenho pena de não conseguir ser mais assídua, principalmente porque acho que hoje em dia com tanta gente a viajar, se todos partilharmos dicas tudo se torna mais fácil.

 

Fazendo uma prospectiva, sem promessas, diria que poderão esperar dos próximos posts, a continuidade da viagem entre Viena, Praga e Budapeste… e em seguida posts sobre os Estados Unidos, visto que é por aqui que me tenho “perdido” ultimamente.

Quando se começa a viajar pelos Estados Unidos e se gosta, claro, é possível ficar-se um pouco viciado…

 

Quem sabe um haja um post próximo!



publicado por JoanaTorrado às 22:38
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Domingo, 8 de Novembro de 2009


Viena de Áustria é sem dúvida uma cidade fantástica, cidade natal de vários escritores e compositores como Strauss e de Beethoven que aqui viveram maior parte da sua vida.

 

Fui a Viena numa viagem de uma semana entre Viena, Praga e Budapeste, por isso este é o primeiro post de uma sequência de 3.

 

Por terras de Áustria aparentemente tudo é limpinho e civilizado. Temos histórias engraçadas desta viagem que demonstram as diferenças culturais que podem existir entre países. Na Áustria é de admirar a educação cívica generalizada das pessoas que aqui vivem.

Os jornais diários são deixados nos postes de iluminação com um saco para recolha do pagamento, disponíveis às mãos de qualquer um, permanecem sem que ninguém os roube. País de bosques, onde as famílias vão colher os frutos silvestres, no campo disponíveis balanças para que as pessoas pesem e paguem o que colhem. Não pude deixar de imaginar que em Portugal seriam coisas impensáveis.

 
Viena é uma cidade verdadeiramente bonita, agradável e um importante centro cultural.
 
 
 

No primeiro dia fomos ao famoso Palácio de Verão, o Palácio de Schönbrunn, património mundial da humanidade, grande e com os seus bonitos jardins, local onde aprendemos um pouco mais sobre a história da imperatriz Sissi. Numa visita guiada pelo interior do palácio, vimos sumptuosos salões e os aposentos daqueles que ali residiram durante anos.

 

Com dias livres para passear andámos muito a pé pela cidade, não falta o que visitar. Logo na baixa de Viena é possível ver a “Catedral de Saint Stephan”, com o seu belo telhado de azulejos, é um símbolo da cidade. Andando um pouco mais passámos pelo Parlamento e visitámos a Opera, inaugurada no ano de 1869, ícone de cultura nacional, onde é possível visitar as várias salas de espectáculos.  
 

    

 

Passeámos ainda pelos grande jardins do Museu de História Natural Naturhistorisches Museum

 

             

 

Durante a nossa estadia em Viena estavam a decorrer espectáculos de verão, em frente à Câmara Municipal e do “Imperial Court Theatre”, pudemos então assistir a vários espectáculos de música clássica durante a noite, transmitidos através de telas gigantes. Ir a Viena exige assistir a um concerto de música clássica!

 

Na rua de Graben estão elegantes cafés, esplanadas, restaurantes, lojas, tudo aqui é bonito e agradável.

Toda a cidade é plana e andar a pé não é difícil, apesar das grandes distâncias a percorrer, no entanto vale a pena. Toda a arquitectura e organização da cidade tornam-na numa das capitais europeias mais agradáveis que conheci até hoje.

 

 

À Áustria gostava de voltar tanto à capital como para conhecer Salzburg!

 



publicado por JoanaTorrado às 12:14
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Quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007
Hoje apetece-me falar de Amesterdão, não estava programado. Segundo a votação feita há uns tempos o post seguinte seria Grécia. De facto até gostava de escrever sobre a Grécia, mas ali estive uma semana inteirinha, conheci uma série de cidades e vi tanta coisa que tem direito a um ou vários mega posts .
Portanto o que se segue é a viagem a Amesterdão, umas das minhas cidades europeias de eleição. Depois de Lisboa e Viena de Áustria ponderava passar uns tempos em Amesterdão.

Esta cidade tem uma qualidade de vida fantástica, como gostava de poder sair de casa de bicicleta e ir trabalhar. Mesmo com um frio de rachar, munidos até às orelhas lá passam os holandeses de bicicleta pela faixa destinada a velocípedes com direito a sinais de trânsito e tudo.

Amesterdão é a capital oficial da Holanda no entanto Haia é a capital administrativa.
Há tanta coisa a visitar em Amesterdão e tantos passeios para fazer nos arredores da cidade que o tempo não será difícil de ocupar.

Um passeio pelos canais é imprescindível, a comprar em qualquer ponto de turismo, aqui podem passar pelos canais residenciais construídos devido ao aumento da imigração, pode-se ir apreciando a arquitectura das casas estreitas e altas e ainda se passa pela casa de Anne Frank (para mais tarde visitar).

Muitos museus de interesse podem ser visitados, aquele que mais gostei e recomendo vivamente foi o Rijksmuseum , uma fantástica galeria de arte de variados artistas dos quais destaco sem dúvida as pinturas de Rembrandt com o seu quadro mais famoso a Ronda Nocturna logo à entrada do museu. Está também sedeado aqui o Museu Van Gogh que, por falta de tempo, não visitámos.

Os passeios a pé são recomendados, numa cidade plana custa menos, de qualquer maneira a rede de transportes também é boa o que possibilita uma boa acessibilidade aos vários locais a vistar . Também é possivel alugar uma bicicleta e sair à descoberta, há sempre locais de estacionamento.

Relativamente ao alojamento nós ficámos no Hotel Ibis ao pé da Estação de comboios e muito perto do centro da cidade, é uma boa sugestão. Para além de ser de rápido acesso assim que se chega ao país, está numa zona central da cidade.

Uma das características que me faz gostar deste país é o facto das pessoas encherem as ruas, quer esteja sol, chuva ou neve. Tal como acontece em Espanha há o hábito de passar muito tempo fora de casa. Em Lisboa, por exemplo, a partir de uma determinada hora na baixa não se vê ninguém, se há lojas fechadas as pessoas não passeiam, ao contrário de outras capitais.

As lojas e cafés são em abundância, qualquer souvenir para oferecer é fácil de encontrar.

Socas, tulipas, cafés, praças, mercados, museus, arte, canais, Red Light District, Coffee Shops são tudo palavras associadas a Amesterdão.

Para além da capital a partir daqui podem-se fazer vários passeios para outras cidades, no nosso caso fomos até Haia, Volendam e Marken , este passeios valem a pena.

As fotos ficam para um próximo post, com descrição detalhada dos sítios, a verdade é que ainda as tenho que passar para o computador, sim, ainda foi na época que não havia máquinas fotográficas digitais aos "pontapés" :)


sinto-me: turista com saudades de viajar

publicado por JoanaTorrado às 11:20
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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007
Para usufruir em 2008 segue a minha wishlist.

Viagem a Cuba

Para ir quando ainda está frio em Portugal, meados de Março seria o ideal. Um saltinho até um país com calor vinha mesmo a calhar.
Cuba tem uma história, uma cultura e umas características únicas que me despertam a curiosidade, já para não falar da praia que me parece magnifica.

    

Viagem a Paris - França

Passear pelo Sena, subir à Torre Eiffel, ir ao Museu do Louvre, ver obras de arte dos inúmeros artistas "presentes" nesta cidade e passear no Champs-Élysées é uma parte do que quero fazer em Paris. Gostava ainda de voltar à Disneyland, onde fui quando tinha apenas 10 anos.

   

Nota: as imagens não são de minha autoria, têm várias fontes e foram encontradas na pesquisa de imagens.


publicado por JoanaTorrado às 20:00
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Domingo, 1 de Abril de 2007

Hoje vamos aterrar em pleno mediterrâneo, na fortificada ilha de Malta onde a cor “terra” das construções contrasta com o azul do mar que a rodeia.

Este arquipélago composto por 5 ilhas, das quais apenas visitei Malta e Gozo, tem como capital La Valleta. Aqui os idiomas oficiais são o inglês juntamente com o maltês e conduz-se pelo lado contrário ao nosso.

Gostaria de vos dizer que nesta viagem fiquei agradavelmente surpreendida (embora eu seja suspeita, já que adoro viajar!). A história deste país é imensa e as surpresas são grandes quando começamos e conhecer o seu passado, desde os Templos pré-históricos, de Ggantija, que podemos visitar na ilha de Gozo até ao enorme espolio deixado pela “Ordem de Malta” que se fixou em La Valleta e dominou estas ilhas até ao sec. XIX.

A não perder uma experiência audiovisual, “The Malta Experience”, onde através de um filme ficamos a conhecer toda a história deste arquipélago.

Conhecer Malta é também passear tranquilamente, percorrendo a pé a extensa marginal e descansar em agradáveis esplanadas, muito arranjadas e coloridas, junto de um mar imenso e magnífico.

Para nos deslocarmos ao centro da cidade a opção mais económica e típica é o “Bus” de riscas alaranjadas, que é por aqui o meio de transporte mais emblemático. Os turistas como eu apressam-se a tirar fotografias destes exemplares únicos, que desde os anos 50 foram adoptados como meio de transporte local e que ainda circulam, entre barulhos e roncos estridentes de motores envelhecidos.

Neste país estivemos durante sete dias e pela riqueza do património existente, foi possível descobrir diariamente um lugar agradável para visitar.

Do Forte de Santelmo sobressaem as cúpulas das construções, na sua maioria de dimensões reduzidas e pouco elevadas e, pelas ruas de La Valleta o nosso olhar leva-nos a uma observação cuidadosa das bonitas varandas dos edifícios.

Passear nos jardins de “Barracca”, visitar a Catedral de São João, o Palácio dos Grão Mestres, o Museu de Arte Moderna, ir até ao Olho de Senglea, foram apenas alguns dos locais que visitámos, mas acreditem existem muitos outros pontos de interesse!

E porque não umas comprinhas? Foi o que optámos também por fazer, uma vez que é sempre agradável andar pelas lojas e comprar aquelas pequenas recordações, que mais tarde nos ajudam a partilhar com os outros, as vivências dos lugares visitados.  

Como artesanato local há bonitas peças em cerâmica, vidro e objectos em filigrana.

O clima do mês de Abril, altura em que permaneci no arquipélago, não convidava ainda a um mergulho, mas as praias desta ilha tornam-se, sem dúvida, um bom atractivo para quem quiser aproveitar a estação balnear, oferecendo aos turistas bonitas unidades hoteleiras e um bom serviço de restauração. Ora cá estamos na comidinha, tipicamente mediterrânea nada má por sinal, uma vez que me pareceu muito semelhante à nossa (felizmente!).

Uma última palavrinha para a visita guiada que efectuámos à ilha de Gozo, bem pertinho, a curta distância de Malta, a viagem faz-se tranquilamente de Ferry e ali o dia passa devagar passando por Medina, Mosta e Rabat. Terminámos com um lanche muito agradável, numa casa medieval onde bebemos chá e comemos uma deliciosa tarte de maçã!


 

 

Aqui podemos então ver como um pequeno país tem tanto para dizer…




publicado por JoanaTorrado às 11:24
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