Sexta-feira, 6 de Abril de 2007

Praia, sol e mar de águas quentes faz parte do que associamos quando pensamos neste pais. Após algumas horas de voo, ao aterrar no aeroporto de Punta Cana, concebido por Óscar de La Renta, somos recebidos por um grupo de pessoas simpáticas, agradavelmente satisfeitos por ver turistas. Depois das formalidades habituais, que começam com o pagamento de uma taxa local, há tempo para uma fotografia de boas vindas, que recolheremos à saída.

Já acomodados num dos muitos Resorts à beira mar, sedeados na Playa Bávaro, em regime de tudo incluído, podemos agora dedicar-nos, como dizem os italianos ao “dolce fare niente”, embora por aqui não faltem actividades para animar.

Banho de piscina, banho de mar, danças de merengue, jogos de pitanga, volleyball e hidroginástica. Os animadores incansáveis abordam-nos de forma gentil solicitando a nossa participação, o que gradualmente nos vai cativando evitando, desta forma, uma exposição demasiada ao sol. Mas, a República Dominicana tem outros recantos que merecem ser descobertos e apreciados. No Hotel facultam-nos um leque de opções que derivam entre o conhecimento de outras praias, uma ida à capital e ao interior da ilha. Optamos por estes dois últimos passeios.


 

    


Na ida à capital, São Domingo, passamos pelas grutas, vistamos o Palácio dos filhos de Cristóvão Colombo, agora transformado em museu, entramos na Igreja Matriz, visitamos o Oceanário e temos ainda tempo para ir ao mercado e passear pelas ruas da cidade. Aqui percebemos um pouco melhor como vive este povo, onde o turismo é uma das suas principais fontes de receitas.

Os Dominicanos sabem como abordar o turista e fazem-no de forma gentil, mantendo um sorriso simpático mesmo quando não compramos o que tentam vender. Logo que percebem a nossa nacionalidade referem de imediato, “ahh, batata con bacalau” ou dizem-se fãs do Figo.


Palácio dos filhos de Cristóvão Colombo 


Mais alguns dias de praia, óptima comida :), lagosta, camarões e frutos tropicais deliciosos, acompanhados por sumos naturais ou bebidas espirituosas, a todas as horas do dia, leia-se noite igualmente.

À noite mantém-se a animação e os espectáculos sucedem-se procurando ir ao encontro de uma plateia constituída por pessoas de várias nacionalidades, também aqui convidando à sua participação.

No quinto dia levantámo-nos cedo e partimos de jipe à descoberta do interior. À medida que nos afastamos da costa, começamos a percorrer pequenos trilhos de terra batida, passando por pequenos povoados de casas térreas com uma característica peculiar, pintadas de acordo com o estado civil dos seus moradores. A construção é muito rudimentar e chamou-nos a atenção um pequeno talhante, que ostentava à entrada a carne para venda e, por incrível que pareça não se viam moscas por lá!

O nosso guia levou-nos a conhecer uma quinta onde se produzia ananás, cacau, café, coco e bananas. Enquanto provávamos o café e o cacau, podemos assistir a uma ferrenha luta de galos. Mais tarde passámos pelas plantações da cana do açúcar, local de trabalho dos haitianos que conseguem fugir do seu país de origem, no outro lado da Ilha. Aqui o trabalho é duro e o salário muito baixo.


    


Dentro dos condomínios fechados, (de notar que neste país o turista não se atreve a circular livremente) encontramos uma enorme variedade de artesanato. Desde as mais variadas peças de coco, estátuas de madeira, colares de sementes e um especial destaque para as telas coloridas que vale a pena comprar!



publicado por JoanaTorrado às 12:26
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